quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Das conclusões nada precipitadas...

Não sei o que tem naquela caixinha, só ouvia o barulho enquanto ela abria o embrulho. Sei que é uma jóia, eu li na embalagem que estava em cima da mesa. Eu preciso confessar que invejei aquele abraço e tive vontade de ganhar aquele olhar de orgulho. Mas não dá, eu não sou igual a ele. E não sei como ela quer que eu seja. Se soubesse, seria. E talvez seja o motivo de tanta diferença.

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